Governo volta atrás e cancela segunda parcela do auxílio emergencial

Motivo foi a grande quantidade de inscritos para receber o benefício.

(Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O pagamento contemplaria os trabalhadores informais e pessoas inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) nascidas em janeiro e fevereiro (veja calendário de pagamentos do auxílio emergencial). Segundo a nota do ministério, o cancelamento se deu por uma recomendação da Controladoria Geral da União (CGU).

O Ministério da Cidadania explicou que, devido ao alto número de trabalhadores informais cadastrados, o recurso disponível para cada uma das três parcelas é de R$ 32,7 bilhões, já foram transferidos R$ 31,3 bilhões, e ainda serão avaliados cerca de 12 milhões de cadastros para a primeira parcela.

Em função disso, o ministério produziu nesta quarta-feira (22) uma nota técnica e solicitou ao Ministério da Economia a previsão para uma suplementação orçamentaria o mais rápido possível.

Segundo a nota, em função disso, por fatores legais e orçamentários e pelo alto número de requerentes que ainda estão em análise, o ministério está impedido legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio.

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