(Foto: Reprodução)

O homem suspeito de assassinar, há cerca de dois meses, a dona de casa Vanderleia Inácio dos Santos, de 25 anos, foi preso na cidade de São Cristóvão do Sul, em Santa Catarina. A informação é do portal R7. 

De acordo com o R7, a Polícia Civil do município de Registro, cidade vizinha a Sete Barras, informou que o suspeito estava escondido na casa de familiares, na cidade catarinense. Após ser detido, ele foi transportado para Registro.

Três dias após o assassinato de Vanderleia, o homem chegou a comparecer à delegacia de Sete Barras. No entanto, como não houve flagrante, ele foi ouvido e permaneceu em liberdade.

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O delegado Marcelo Freitas, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Registro, disse ao R7 que o homem chegará em Registro na tarde desta quarta-feira (14). “Assim que foi ouvido pela primeira vez, um pedido de prisão preventiva foi feito”, afirmou. “Ele passou a ser procurado em diversos municípios, os investigadores levantaram familiares e endereços até encontrá-lo nessa casa”.

O suspeito deve permanecer na cadeia pública de Registro até ser julgado. Freitas disse ainda que o homem passou por algumas cidades antes de chegar a Santa Catarina. “Na época, ele disse que a arma disparou, mas foi desmentido por todas as testemunhas. A motivação foi fútil e banal”, afirmou o delegado.

O crime

De acordo com as investigações, Vanderleia ofereceu um pedaço de bolo à esposa do suspeito durante uma festa junina. O homem teria xingado a dona de casa e iniciado uma discussão. Em seguida, ele teria sacado o revólver e atirado na vítima. “Ela foi morta em frente aos filhos e muitas pessoas. É um crime que choca por ter sido muito violento”, ressaltou Freitas.

O delegado afirmou ainda que, no inquérito, não há registro de desentendimentos anteriores entre o suspeito e a vítima. “Nada traz a pessoa perdida de volta, mas a sensação de saber que ela está presa, que a justiça está sendo feita é uma resposta. Acredito que a família possa se sentir um pouco aliviada”, disse.

As investigações foram conduzidas pelos delegados Marcelo Freitas, da DIG de Registro, e Edison Clem, da delegacia de Sete Barras. “Acredito que levamos um tempo razoável para a investigação. Há crimes que se esclarecem mais rápido, outros não. Gostaríamos que tivesse se esclarecido mais rápido”, disse Freitas.

Uma das dificuldades durante a investigação é que a área próxima da cidade de Sete Barras é uma região de mata e com diversos municípios próximos.

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